THE BED PROJECT

( BRASIL|BÉLGICA|EUA|MÉXICO|TOGO|FRANÇA )

THE BED PROJECT – MAC/Niterói


A performance Bate-papo na cama faz parte de um projeto internacional dos artistas Tania Alice (França/Brasil) e Álvaro Villalobos (Colômbia/México), que vem sendo realizado em espaços públicos de diversos países. Tania e Álvaro buscam estabelecer um vínculo com a singularidade dos lugares e as principais preocupações das pessoas que por eles transitam. Dentro de uma série de performances participativas, estes artistas investigam os limites entre as práticas artísticas urbanas, com bases relacionais, e os espaços tradicionais de exposições, museus e galerias. A proposta Bate-papo na camaenvolve o público para uma partilha especial de conversas sobreassuntos sociais relativos aos temas da pobreza, da indigência e da invisibilidade. Estas conversas são filmadas e foram compartilhadas em vídeo-instalação no salão principal do MAC nos dias 3 e 4 de agosto de 2013,  de 10 às 18h. Esta proposta de performance inaugura uma série de ativações artísticas dos espaços internos e externos do MAC de Niterói.  É com muita satisfação que acolhemos Tania Alice e Álvaro Villalobos nesta intervenção que oferece ao público uma travessia poética entre o público e o privado, a cama, o lugar dos sonhos e repousos, e o MAC, como espaço coletivo de recepção artística.


Luiz Guilherme Vergara

Curador/Diretor
Museu de Arte Contemporânea de Niterói

https://youtu.be/gwygChwKZOU
 

The Bed Project – Togo contou com a parceria de Al Sydy, griot togolês. As camas eram posicionadas na praia, com vista para o mar. Enquanto os espectadores relaxavam, ouviam contos da tradiçao africana, contadas pela equipe de contistas.

THE BED PROJECT – Bruxelas foi uma performance na qual a artista Tania Alice permaneceu 12 horas em uma cama. Durante esse tempo os visitantes podiam deitar na cama para bater-papo ou descansar… Um projeto que é um cruzamento entre projeto artístico, social, terapêutico e espiritual. Fotos: Moj Bah.

THE BED PROJECT – Marseille - Performance do projeto “The Bed Project”, realizada no espaço Asile404 com curadoria de RedPlexus / La Friche, Belle de Mai.

8 horas ininterruptas em uma cama, com, em volta, performances de artistas como o Collectif BIM, Aziz Boumedienne, Marine Debilly et Klara Gai, Céline Lenoir, Nora Neko, Collectif Patatoide, Jean-Christophe Petit, Audrey Vecco e Poussy Draama.

THE BED PROJECT – New York - 


Durante 12 horas, no dia 30/09/2014, das 19h às 7h, uma noite inteira, sem dormir, no Glasshouse ArtLifeLab, experimentei todas as sensações e vivências que podem ocorrer dentro do mapa desenhado pela cama, que vira um território de afetos transitórios e permanentes moldados pelas experiências subjetivas fora da cama: mapa afetivo, mapa das lutas de poder, mapa de desejos, mapa de intensidades compartilhadas, mapa do amor. Durante esta noite em claro na cidade de Nova Iorque, com os participantes que revezaram dentro de uma cama que não esvaziou um instante só, descobrimos o que acontece quando pessoas se encontram sem roupa, nuas de corpo e alma, dentro de uma cama, em um ambiente intimo de uma casa/galeria nessa experiência de arte/vida absolutamente transformadora. Todas as possibilidades existem e coexistem e se renovam sem fim. Fragilidade e encontro, potência dos afetos.


http://www.glasshouseproject.org/visit/events/2014-2015/tania-alice-the-bed-project.aspx

THE BED PROJECT – Amazônia, Brasil

O projeto TECNOBARCA, idealizado pelo Coletivo Bando Filhotes de Leão, RJ, consiste em residências artísticas, nas quais coletivos e artistas independentes e/ou associados, propõem aos moradores das comunidades ribeirinhas do Arquipélago do Bailique (AP) convivências, trocas, encontros marcados e espontâneos, colaborações artísticas para juntos desenvolverem processos, obras e ações artísticos sociais na região, por meio das artes visuais, artes cênicas e audiovisuais. Depois da residência, os trabalhos são expostos no barco-galeria, que funciona como galeria de encontros, exposição e circulação de toda a produção coletiva, afetiva e memorial desta experiência e visitou diariamente os portos e recantos da região. Com: Tania Alice, Alen Caruto (PA/CE), Anderson Barroso (AM/RJ), Ítala Ísis (BA/RJ), Davi Limaverde (CE)- Ally Theatre/Holanda, Grupo Dart (Arquipélago do Bailique-AP): Alelson Araújo, Elias dos Anjos e José Corrêa, Bando Filhotes de Leão (RJ): Isabel Viana (Fortaleza-CE/ Buenos Aires-Argentina), Sarah Marques (MG) e Wellington Dias (AP), Thomas Dupal (França) e Jamie Duncan (Inglaterra).

“A vida secreta das plantas” – Tania Alice (Marseille, França) – Coletivo Heróis do Cotidiano/ RJ. 

A artista se desloca de casa em casa com uma rede para propor um Bate-papo sobre plantas para os moradores da região.  Foram coletados depoimentos para a realização de um vídeo, atualmente em processo de edição. Uma planta também foi levada para passear durante a residência toda e cuidada coletivamente, ativando processo de solidariedade.

http://www.portalamazonia.com/noticias/arte/20140104/projeto-tecno-barca-leva-cultura-arquipelago-bailique-amapa/3996.shtml

http://vamosfalar-jornalismocultural.blogspot.com/2014/01/amapa-arquipelago-do-bailique-recebe-2.html

 

http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2014/01/embarcacao-leva-producao-cultural-comunidade-ribeirinha-no-amapa.html

THE BED PROJECT – San Diego / Tijuana / Los Angeles (EUA)


Performance interativa e multimídia realizada em diversos espaços de arte comunitária e em galerias durante a minha estadia como professora/artista-pesquisadora visitante na CalArts pela CAPES/Fulbright: na CalArts, no Side Street Project em Pasadena, na Galeria Ysidro em San Diego e na Art Walk de Los Angeles.


Parceria com o performer/composer Manuel Lima.


A performance mostra como em LA, todo espaço de intimidade é supervisionado por câmeras de segurança, tornando fictícia a aparente liberdade, dentro de uma cidade-cenário, onde todo espaço vira set de filmagem.

THE BED PROJECT – México

A partir del concepto: Experiencias rápidas, utilizado por García Canclini en el documento: Las cuatro ciudades de México, para referirse a las postales (producto gráfico) realizamos una intervención urbana y posteriormente una instalación en el museo, titulada: POSTALES. Experiencias rápidas, el flâneur de hoy. La parte del texto que enfatizaremos, será el de la Ciudad de la hibridación multicultural y la democratización, que contiene partes de las otras tres: Ciudad histórico territorial, ciudad industrial y metropolización y ciudad comunicacional.


Las postales y fotografías de tamaño postal, pertenecen a un lenguaje universal porque son reconocidas y utilizadas por personas de diferentes clases sociales, lugares, nacionalidades y culturas. En esta obra servirán para traducir gráficamente opiniones del público en torno a las relaciones laborales con la ciudad de México y la gráfica.


En una primera etapa de la obra, un mes antes de la exposición ejecutamos una performance/intervención urbana, en las calles de la Colonia Obrera de la Ciudad de México, zona de locales de producción gráfica comercial, que antiguamente trabajaban la serigrafía y con la expansión de nuevas tecnologías, cambiaron el rumbo a la imagen digital, subproductos y derivados, impresos en plotter, recortes de vinil y gráfica digital en general. En horario laboral transitamos durante un día las calles de la colonia, ofreciendo a los usuarios y trabajadores de despachos de impresión gráfica, la posibilidad de expresarse sentados en un sofá. Por medio de preguntas, se explorarán los sistemas de flujos, las redes invisibles a las que alude el texto: “La ciudad comunicacional”, se indagará a los participantes sobre las relaciones laborales, la marginalidad, el desempleo, la pobreza y el arte versus la producción comercial; desde un dispositivo móvil, el sofá, comúnmente utilizado para actividades privadas, convivencia familiar, escuchar música, ver televisión y leer el periódico. Se invertirán los valores de lo público y lo privado. Las entrevistas realizadas sobre el sofá en la calle, se registraran en fotografías y se imprimirán como postales para armar un collage. Las imágenes resultantes se integraran durante la performance/intervención, a un diaporama que se proyectará sobre las paredes de los edificios por medio de un cañón proyector. Durante el recorrido se harán grabaciones de audio con las entrevistas y sonidos de la calle.


La segunda etapa será la exposición en el museo, donde se instalará el sofá con el proyector. Sentados en él los visitantes podrán ver y escuchar las entrevistas a trabajadores, los testimonios gráficos y registros de audio. Se aprovecharán los recursos y tecnologías para el manejo de la imagen, modos antiguos y nuevos de producción análoga y digital para elaborar un collage con las postales resultantes que se instalarán en el museo junto con las proyecciones y la documentación de la acción.

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