ESCRITOS

Escritos relacionados aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma PsF

Resultados do trabalho de pesquisa disponíveis em:


ALICE, Tania. Performance como revolução dos afetos. São Paulo: Editora Annablume, 2017.


ALICE, Tania e REZENDE, Diogo. Performers sem Fronteiras. Uma plataforma de arte relacional. Revista Fractal de Psicologia, 2018.


ALICE, Tania e BAFFI, Diego. Traga seus problemas para a arte: performances de arte relacional como cura. São Paulo: revista TUSP, 2018.


ASTH, Marcelo. Lata 65 e Projeto Performanciã: arte contemporânea para a terceira idade. São Paulo: Revista SESC, 2017.


ASTH, Marcelo. Projeto Performanciã: performances do envelhecimento. Dissertação de Mestrado 2015 - UNIRIO.


ASTH, Marcelo. Performances do Envelhecimento no Brasil: uma cartografia. Tese de Doutorado – UNIRIO 2020.


BAFFI, Diego. – Ensaios entre mundo possíveis: a estrangereidade e a criação de intervenções urbanas em arte. Tese de Doutorado - UNIRIO, 2019.


MOTTA, Gilson. Laboratório Objetos Performáticos: das performances itinerantes ao teatro de sombras no campo expandido. Florianópolis: Urdimento, 2018.


MOTTA, Gilson e ALICE, Tania. Performance as Spiritual Practice. Journal of Performance and Mindfulness: 2019.


MOTTA, Gilson e ALICE, Tania. Andar, dançar, meditar: a performance como prática espiritual. Belo Horizonte: Revista Pós da UFMG, 2018.


REZENDE, Diogo. Como habitar um imprevisto? Tese de Doutorado – UNIRIO, 2019.


VERGARA, Luiz e ALICE, Tania. Devir-floresta: conversações. Rio de Janeiro: Revista Poeisis, 2019.

Performers sem Fronteiras, uma plataforma clínico-performativa de ações em arte relacional

Revista Fractal

Diogo Rezende e Tania Alice

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

http://www.periodicoshumanas.uff.br/Fractal/article/view/2332/1449

baixe aqui o artigo em pdf:

 

"Traga seus Problemas para a Arte!" : Performances de Arte Relacional como Cura

Revista do TUSP

Diego Baffi e Tania Alice

E se pensássemos algumas das experiências de performance / intervenção urbana a partir da possibilidade de estarem promovendo cura?

Essa discussão derivou em muitas perguntas: que cura seria essa? que modelo de arte ela propunha e alinhavava? poderíamos pensar esse âmbito para as artes relacionais, de modo que fizessem sentidos para outras experiências? qual periódico estaria interessado nessa discussão?

Tais discussões, que geraram o artigo "TRAGA SEUS PROBLEMAS PARA A ARTE! Performances de Arte Relacional como Cura", no link abaixo, eram, igualmente, o germe da plataforma Performers sem Fronteiras, atualmente integrada por Diego, Tania, Diogo Rezende, Fernanda Paixão, Gilson Motta, Marcelo Asth e outros.

Depois de publicado no livro "Performance como revolução dos afetos", de
Tania Alice (Annablume, 2016), o artigo saiu na Aparte XXI - v. 7 , revista do TUSP (2. sem 2017), que está recheada de material bacana.

o artigo pode ser encontrado na revista em formato digital, na página 81:

https://issuu.com/tusp/docs/apartexxi_7_2017 

Lata 65 e Projeto Performanciã: arte contemporânea para a terceira idade na Semana Internacional do Idoso

Revista mais60

Marcelo Asth

Visa a relatar as experiências vivenciadas durante as oficinas de arte urbana e performance oferecidas no evento Semana Internacional do Idoso – promovido pelo Sesc Santana-SP e realizado no período de 29 de setembro a 4 de outubro de 2015. Esse evento apresentou como foco de suas atividades a intersecção entre questões da arte contemporânea e do envelhecimento, buscando tanto a reflexão sobre estes temas quanto a sua atividade prática, a partir das oficinas realizadas pelos projetos Lata 65 (Portugal) e Projeto Performanciã (Brasil) para um público específico com mais de 60 anos de idade. As oficinas ofereceram aos seus participantes a oportunidade de conhecer mais a fundo e experimentar práticas artísticas que não costumam ser associadas ao universo do idoso – como o grafite (finalizando a oficina com a realização de um mural grafitado pela turma) e a performance artística (com exercícios práticos e a realização de duas ações, a serem comentadas neste relato). Dessa forma, este ensaio busca elucidar alguns conceitos caros e comuns a esses dois projetos, como “arte socialmente engajada” e “arte comunitária”, apresentando relações entre os modos de trabalho desses projetos e as propostas de aplicação de suas metodologias, e também apresenta um relato das experiências vivenciadas durante os encontros que fizeram parte desses processos e de seus resultados conquistados nas oficinas. 

https://www.sescsp.org.br/online/artigo/10792_LATA+65+E+PROJETO+PERFORMANCIA+ARTE+CONTEMPORANEA+PARA+A+TERCEIRA+IDADE+NA+SEMANA+INTERNACIONAL+DO+IDOSO

PARC (Performances de Arte Relacional como Cura): performance e Somatic Experiencing

Tania Alice (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil)

 

O artigo propõe um alargamento do conceito de arte socialmente engajada de Pablo Helguera, utilizado para descrever trabalhos artísticos que borram as fronteiras entre projeto social e projeto artístico. A partir da análise do processo de criação da performance "Bate-Papo na Cama", e que consiste em colocar a minha cama em espaços públicos de diferentes países do mundo, o artigo pretende pensar como a prática artística pode ser intensificada e aprofundada pelos recursos oferecidos pelo Somatic Experiencing (SE). A prática, desenvolvida por Peter Levine, ajuda a pensar, conceber e realizar projetos artísticos fronteiriços não somente entre projeto artístico e projeto social, mas também que borrem as fronteiras com o projeto terapêutico, seja ele individual ou coletivo, gerando o conceito de performances de arte relacional como cura (PARC).

 

Palavras-chave:

performance; arte relacional; Experiência Somática®; arte socialmente engajada; espaço público.

http://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/45938

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